Nos últimos anos, a China tem se destacado como um dos principais players no cenário global de inovação tecnológica, especialmente em áreas de alta tecnologia como a inteligência artificial, robótica, e, mais recentemente, em um campo crucial para a segurança internacional: a guerra eletrônica. O termo "Fabricante de senhores da guerra elétricos da China" refere-se às empresas chinesas especializadas no desenvolvimento e fabricação de dispositivos e sistemas voltados para a guerra eletrônica, que têm se tornado cada vez mais importantes nas estratégias militares modernas.
A guerra eletrônica, como conceito, envolve o uso de tecnologia para manipular, interferir ou danificar os sistemas eletrônicos do inimigo, como radares, sistemas de comunicação e dispositivos de navegação. Isso pode ser realizado através de uma gama de táticas, incluindo jamming (interferência de sinais), spoofing (falsificação de sinais) e hacking (intrusão em sistemas). Este tipo de guerra não se dá no campo de batalha tradicional, mas nos domínios invisíveis do espectro eletromagnético, onde o controle das ondas de rádio e de outras formas de comunicação pode decidir o resultado de um conflito.